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9 de março de 2016

Resenha: Eu, Você e a Garota que Vai Morrer - Jesse Andrews

9 de março de 2016

Título: Eu, Você e a Garota que Vai Morrer
Autor: Jesse Andrews

Páginas: 288
Edição:
Editora: Rocco
Ano: 2015
Gênero: YA/Drama/Humor


Sinopse: Greg Gaines é socialmente invisível, Earl Jackson vem de um lar desajustado e Rachel Kushner tem câncer, mas Eu, você e a garota que vai morrer está longe de ser mais um dramalhão lacrimoso. Subvertendo clichês, o autor Jesse Andrews oferece um romance de formação que, com um estilo pop e original, consegue juntar irreverência e sensibilidade ao tratar dessa coisa maluca chamada morte.



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Geralmente livros que tem em seu enredo um personagem diagnosticado com uma doença terminal são previsíveis. os protagonistas, com amigos que da pra contar nos dedos, se apaixonam, um deles morre e aí derramamos litros de lágrimas, certo?
Em Eu, Você e a Garota que Vai Morrer isto não acontece.
Quando comecei a leitura, mergulhei no livro com  esta expectativa. Mas tudo o que eu tenho a dizer sobre Eu, Você e a Garota que Vai Morrer é:
??????????
Que p... é essa?
O autor realmente tem um humor que não me cativa. E sinceramente não sei se vale fazer esta resenha. Li até o fim porque não costumo abandonar livros pela metade.

Greg é um adolescente de 17 anos que vive fugindo de tudo e todos na escola. Evita enquadrar-se em qualquer grupo pra não ser "julgado" por aqueles alunos narcisistas e bullies.
Quando uma menina do colégio é diagnosticada com leucemia, sua mãe praticamente o obriga a aproximar-se da garota e ser afável com ela.
Greg e seu colega, desde a infância, Earl, que vem de um lar/família problemático, costumam dirigir e criar alguns curta metragens um tanto peculiares. Tanto que jamais outra pessoa os viu. Mas a garota, Rachel, se agrada com essas produções. 

Eu, Você e a Garota que Vai Morrer, de fato, é uma leitura diferente. Tem um enredo até que divertido, mas um humor, digamos, irônico. Debochado. 
Os personagens não tem uma característica marcante e você não consegue se apaixonar por eles.

O livro é narrado em primeira pessoa, atraves do ponto de vista de Greg, que faz jus aos seus comentários sobre o próprio livro.












7 de março de 2016

Resenha: Cidades de Papel - John Green

7 de março de 2016


Título: Cidades de Papel
Autor: John Green

Páginas: 368
Edição: 
Editora: Intrínseca

Ano: 2013
Gênero: Ficção/YA

Sinopse: Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.
Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.
Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.



Quentin nutre uma paixão platônica por sua vizinha e amiga de infância. A aventureira destemida e imprevisível, Margo.
Eles estudam na mesma escola, mas com o passar dos anos foram se distanciando. Porém, Quentin  jamais deixou de amá-la.
Os melhores amigos de Quentin são Ben e Radar. Os três não são muito populares na escola.
O fim do ano letivo está chegando, e com ele a tão esperada formatura.

Certa noite, Margo simplesmente aparece na janela de seu quarto o convidando para uma aventura.
Feliz com a noite mais divertida que passou com Margo depois de tantos anos, na manhã seguinte, Quentin vai a escola empolgado. Porém, Margo não apareceu. No dia seguinte isto se repetiu.

Margo desaparece de repente, deixando pistas que Quentin resolveu seguir, e convidou seus amigos hilários para embarcar com ele nessa.
À partir daí, eu achei que a leitura fluiu melhor. E ficou muito divertida.
E é claro que John Green não poderia nos dar outro final que não fosse surpreendente. 

“Margo sempre adorou um mistério. E, com tudo o que aconteceu depois, nunca consegui deixar de pensar que ela talvez gostasse tanto de mistérios que acabou por se tornar um”


Este é um dos livros de Green do qual não me agradei muito. Porém não perde a característica única de Green em nenhum aspecto. O autor é ótimo e agrada facilmente com suas narrativas bem fluidas. E também compõe seus personagens de uma forma única, que sempre nos conquista. 
Em Cidades de Papel, acompanhamos o enredo sob o ponto de vista de Quentin. E, como eu disse, é uma leitura divertida.











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